Incorporadora orienta sobre problemas em edifícios comerciais e residenciais com a chegada da temporada de chuvas

Inkoa

Os primeiros meses do ano são sempre marcados pelas altas temperaturas e, em decorrência delas, as inevitáveis chuvas de verão que quase diariamente são notícia por causa dos alagamentos, quedas de árvores e outros transtornos que causam principalmente nas grandes cidades.

Os temporais e as chuvas de verão também podem ser um incômodo e causar problemas e desconforto para os condomínios, que precisam se preparar previamente com a checagem de diversos itens. “Para que os condôminos não sofram as consequências do período mais chuvoso do ano, o ideal é que nos meses que antecedem o verão, de outubro a dezembro, de preferência, seja realizada uma vistoria completa para evitar problemas futuros”, explica Gabriela Coelho, da Inkoa, incorporadora com seis anos de atuação no mercado imobiliário.

Entre os itens que merecem atenção, calhas, canos, ralos, tanto nos subsolos como no térreo e até no topo do prédio devem ser limpos e desentupidos, evitando inundações e alagamentos dentro dos condomínios.

Os para-raios também necessitam de uma manutenção preventiva, ainda mais no Brasil, que é um dos países com maior incidência de raios no mundo. Edifícios sem proteção ou com um projeto defeituoso podem ter problemas graves em sua estrutura caso sejam atingidos por uma descarga elétrica, além de também ser um risco para os moradores.

“Com o excesso de chuvas, é também muito comum o acúmulo de água parada nas áreas externas do prédio. Lajes, calhas e garagens podem ser criadouros ideais para o mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya procriar”, explica Gabriela.

Outro problema bem comum que acontece em decorrência dos temporais e dos fortes ventos que acompanham algumas tempestades é a queda de árvores. Atenção redobrada se a árvore for antiga e ficar próxima da fiação elétrica. O ideal nesses casos é solicitar à prefeitura uma poda, evitando assim que galhos maiores possam cair sobre os transeuntes ou em carros estacionados nas imediações.

Em prédios onde a irrigação de jardins e plantas é feita com sistemas automatizados, é importante saber se o equipamento possui dispositivos que indicam quando há chuva ou se o solo possui umidade suficiente, evitando o desperdício de água ou até mesmo a morte das plantas por doses excessivas de água.

“Muito mais que evitar prejuízos financeiros e imprevistos em prédios com os problemas oriundos das chuvas durante essa época do ano, o planejamento prévio e a precaução demonstram responsabilidade e preocupação com moradores e funcionários”, afirma Gabriela.

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