13 de dezembro – Dia do Pedreiro – Fabricante de ferramentas IRWIN oferece um guia completo com cuidados nas tarefas do dia a dia
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Dermival Poçan, coordenador técnico de produto da IRWIN

O ofício de pedreiro é um dos mais antigos na história da humanidade e um dos mais importantes para a evolução das civilizações. Até hoje, o desenvolvimento das cidades depende da disponibilidade e qualidade de mão de obra desses profissionais. Eles continuam a ser indispensáveis para diversas etapas da construção civil.

São os pedreiros que fazem a marcação e fundação de novos projetos. São eles também que realizam a construção e manutenção das estruturas, aplicam o revestimento interno e externo, realizam instalações gerais e dão acabamento.

Em 13 de dezembro, é comemorado no Brasil o Dia do Pedreiro. Por isso, a IRWIN, empresa fabricante de ferramentas e equipamentos para profissionais, oferece um guia completo com os cuidados necessários para as atividades mais comuns no dia a dia dos pedreiros.

Marcação e fundação – Para as etapas de marcação e fundação, o pedreiro profissional precisa de alguns equipamentos, como esquadro, nível de madeira, lápis de carpinteiro e até pregos, barbantes e giz em pó, para traçar e delimitar linhas retas.

No caso do esquadro, a dica é procurar os que são feitos com ligas metálicas não ferrosas, como o Zamac, por sua durabilidade e resistência à corrosão.  O coordenador técnico de produto da Irwin, Dermival Poçan, recomenda modelos que tenham a graduação da régua em baixo relevo. “Dessa forma, a marcação não se apaga, mesmo com uso intenso”.

Os níveis podem ser feitos de alumínio, madeira ou plástico e cada um deles tem aplicação ideal para um tipo de trabalho. “No caso dos pedreiros, que costumam trabalhar com massas, os mais recomendados são os níveis de madeira ou plástico”, afirma Poçan. Alguns fabricantes oferecem níveis com duas bolhas, para uso tanto na vertical quanto na horizontal.

Os lápis de carpinteiro se diferenciam dos tradicionais pela rigidez superior, que reduz a quebra do grafite. Apesar do nome, eles podem ser utilizados em concretos e tijolos, e não apenas em madeira.

As linhas e pregos, na verdade, já podem ser substituídos por um equipamento desenvolvido especificamente para traças e delimitar linhas retas. É o chamado giz de linha, uma espécie de trena com um barbante que absorve o giz e é esticado facilmente sobre as superfícies para realizar marcações.

Estruturas – Na construção de estruturas, o pedreiro precisa realizar cortes em pedra, alvenaria, tijolo, mármore e granito.

Cada material requer um tipo de disco diamantado. Existem três tipos: contínuo – também conhecido como liso -, turbo e segmentado. Geralmente, as embalagens dos discos já informam o material que eles podem cortar.

“Os contínuos são indicados para cortes de materiais macios, que requerem excelente acabamento, como pisos cerâmicos, granitos e azulejos. Os turbos são para materiais mais duros, como porcelanatos, pedras, telhas, basalto e mármores”, explica Poçan.

A principal dica é utilizar o disco com água. “Isso ajuda a reduzir o pó produzido na atividade e aumenta a durabilidade do produto”. Além disso, quanto mais diamantes tiver o disco, mais rápido será o corte e maior a durabilidade.

Outros equipamentos muito utilizados nas estruturas são os grifos e alicates bomba d’água. A orientação é procurar “os mais robustos, feitos em aço fundido, que têm mandíbulas resistentes a deformações. Para maior conforto e agarre, é indicado que o cabo seja emborrachado”.

A facilidade de regulagem também deve ser levada em conta, principalmente se a ferramenta for utilizada em espessuras diferentes. Alguns fabricantes têm modelos que podem ser usados em perfis quadrados, sextavados, redondos ou para segurar perfis retos.

Revestimento interno e externo – Essa é outra etapa da obra em que os discos diamantados são muito utilizados. Os discos são os mesmos e, por isso, as dicas são as mesmas da fase de construção das estruturas.

A etapa de revestimento também traz a necessidade de outros tipos de corte, de materiais como alumínios, plásticos e madeiras. “Nesse caso, deve ser utilizada a serra circular. Caso haja necessidade de cortar metais não ferrosos e também madeira, as serras multicorte são as mais indicadas”, diz o coordenador técnico da IRWIN.

Além disso, os cortadores de piso e azulejo permitem um trabalho mais preciso. Neles, as peças podem ser fixadas e ajustadas para um corte uniforme das peças, sem desperdício de material.

Ao fazer colunas, os pedreiros precisam construir caixarias de madeira, que servem como fôrmas para receber o concreto. Para isso, eles precisam de grampos, que dão aperto e seguram as estruturas no lugar até que o trabalho esteja finalizado.

“Alguns modelos podem ser operados apenas com uma mão, deixando a outra mão livre para segurar a estrutura. Alguns fabricantes permitem a inversão da posição dos grampos, convertendo a ferramenta em um expansor”, comenta Poçan.

Instalações gerais – Usado do início ao fim da obra, é na fase de instalações que o torquês, um alicate semelhante a uma tenaz, vai ser mais utilizado. A dica da IRWIN é comprar o tamanho correto para cada tipo de aplicação. “Para armar colunas, por exemplo, recomenda-se os maiores, que oferecerão maior efeito de alavanca. Já para cortes diversos, como de arames, cabos menores são suficientes”.

São mais recomendados aqueles produzidos com metais de alta resistência. Alguns fabricantes produzem essas ferramentas em aço cromo vanádio e dão tratamento fosfatizado, que oferece maior resistência ao desgaste mesmo nas mais duras condições de trabalho.

As chaves de fenda também são mais usadas em instalações. Elas devem ser escolhidas de acordo com o parafuso. “Nunca devem ter o encaixe pequeno para parafusos grandes e vice-versa”.

Como o trabalho é bastante repetitivo, a ergonomia é fundamental. Os cabos em formato trilobular são mais indicados, porque permitem maior aderência. Pontas magnéticas também ajudam, pois garantem a fixação do parafuso.

Arcos de serras são ferramentas simples, mas muito importante em todas as etapas de obra. Há vários tipos. “As de média e baixa tensão são mais indicadas para construção, porque além de ter um custo mais baixo em relação aos de alta tensão, atendem bem às necessidades de cortes de vergalhões e PVC”, sugere Poçan.

Ao realizar furos e perfurações, é fundamental ter a broca adequada para o material. Há brocas específicas para perfurar concretos, metais e madeiras. A principal dica é “realizar primeiro um furo de espessura menor do desejado e depois alargar o buraco com a broca adequada”.

Segurança e armazenamento – Por fim, é recomendado que o pedreiro profissional preserve atentamente a sua principal ferramenta: seu corpo. Para isso, recomenda-se a utilização de luvas em todas as atividades de obra. “Além de proteger as mãos, elas proporcionam mais segurança, aumentando a confiança e acelerando o trabalho”, afirma Poçan. O principal é adquirir modelos que sejam resistentes e antiderrapantes, com proteção nas palmas das mãos e dedos.

Os cintos não são equipamentos de segurança, mas são importantes para organizar a vida do profissional. “Com ferramentas presas próximas das mãos, o ganho de produtividade e a redução do desgaste são notáveis”. Existem diversos modelos, cada um ideal para um conjunto de ferramentas e um tipo de profissional.

As caixas de ferramentas têm a mesma função. Armazenar e organizar os equipamentos, facilitando a localização e o uso. Algumas têm grande capacidade de armazenamento de ferramentas manuais e elétricas, possuem rodas e alça metálica para facilitar o transporte e suportam até 40kg.

Serviço:
Irwin
0800 970-9044
http://www.irwin.com.br