O mercado de limpeza pós-obra tem acompanhado o crescimento da construção civil

limpeza“Uma limpeza comum normalmente tem como meta a manutenção do lugar. Já no caso da limpeza pós-obra, a meta é deixar o lugar habitável”, afirma Roberto Donato, um dos autores do Manual Gerenciamento de Higiene e Limpeza em ambientes internos e externos da Abralimp (Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional).

A solução antes de mobiliar uma nova residência é contratar um serviço especializado em limpeza. Obra é uma coisa suja. Por mais que o eletricista, pedreiro ou empreiteiro façam uma pequena faxina após realizar os serviços, recomenda-se a sempre a contratação de um serviço pós-obra.

O pontapé inicial de uma limpeza pós-obra começa com a visita de um técnico ao lugar onde será realizada a faxina. “A visita do especialista é algo fundamental na obra. Ele é quem vai dizer o tipo de sujeira que a equipe vai encontrar lá”, comenta Donato.

Isto pode ser melhor exemplificado: em um escritório de dois mil metros, caso ele tenha o piso de carpete e só tenha caído pó durante a obra, o custo será muito menor do que em um escritório com piso frio com janelas cheias de marcas de tinta. Acaba sendo mais justo fazer um orçamento diferenciado para cada cliente, principalmente se ele faz tudo direitinho para facilitar o trabalho da equipe de limpeza.

Para garantir que nenhum problema ocorra durante a limpeza à palavra de ordem é atualização constante. Além dos responsáveis pelo orçamento, normalmente os coordenadores, sempre que possível, recebem atualizações dos mais novos tipos de superfície.

Nem o desaquecimento do mercado imobiliário em 2016 deverá desmotivar a limpeza profissional pós-obra, um serviço cada vez mais requisitado para quem preza pela manutenção do seu patrimônio.

Serviço:
Abralimp / www.abralimp.org.br