Especialistas da Retha orientam sobre o retrofit ser uma solução para recriar imóveis industriais e oportunidades de negócios

Retha

CBSK Arujá (SP): espaço e melhor estrutura física / Condomínio Industrial Condulli: alta capacidade de fornecimento de energia

O retrofit , prática que surgiu na Europa como solução para a revitalização de prédios históricos protegidos por leis rígidas de preservação patrimonial, significa, em sumo, “renovar o antigo” . O termo, hoje muito conhecido entre engenheiros e arquitetos em todo o mundo, tornou-se uma tendência, também, entre investidores de imóveis industriais e logísticos.

Com o aumento das populações nos centros urbanos e as transformações tecnológicas nas atividades industriais e comerciais, imóveis antigos acabam ficando obsoletos em sua estrutura, ao mesmo tempo em que mantém uma localização privilegiada, a despeito das modificações urbanas à sua volta. Essa pode ser a deixa para que o proprietário de imóveis industriais invista em retrofit, modernizando instalações e recriando oportunidade de negócios para o local.

Para ter uma ideia da expansão do retrofit como solução construtiva, a Retha Imóveis, empresa especializada na concepção, implantação, gestão, locação e venda de galpões e condomínios logísticos tem entre as suas locações 20% de imóveis retrofitados, todos projetados pela própria Retha, que cuida, inclusive, de questões legais que a reforma possa envolver.

De acordo com Marino Mario da Silva, diretor-presidente da Retha, duas situações, em geral, justificam o retrofit : quando o imóvel não serve mais para o fim que se propunha, porém está bem localizado, assim como, quando está em zona urbana e o novo projeto não consegue alcançar a mesma metragem pela qual se tinha o direito adquirido, uma vez que o zoneamento mudou.

Porém, em relação aos custos do investimento, Mario alerta que nem sempre um projeto de retrofit fica mais barato do que uma nova construção: “Nessas duas situações é preciso que seja feita uma avaliação e um orçamento, para saber se justifica fazer um retrofit, pela localidade que o imóvel ocupa.

Quando o custo é extremamente exagerado, é melhor demolir e fazer um novo projeto. O primeiro passo é fazer um levantamento minucioso de toda a infraestrutura que o prédio tem: elétrica, hidráulica, civil e fundação. Se tudo isso conseguir passar pelo retrofit e não ficar muito caro, justifica ir em frente”, explica.

Para Thiago Machado, arquiteto responsável pelos projetos retrofitados da Retha, como o CBSK Arujá (SP) e o Condomínio Industrial Condulli, em Taboão da Serra (SP), também concorda que antes de começar o retrofit é importante mapear os empreendimentos para analisar suas limitações, tanto de espaço físico quanto para o fornecimento de água, energia elétrica e internet.

“O que difere é a estrutura que o imóvel já tem. Por exemplo, o Condulli tem uma alta capacidade de fornecimento de energia, já o CBSK tem uma estrutura física melhor, como estacionamento de carretas mais adequado”, ressalta Thiago.

Entre as principais alterações realizadas pela equipe da Retha nos projetos de retrofit estão a adequação da portaria, para aumentar a fluidez e a segurança do empreendimento, individualização do fornecimento e cobrança de água, energia elétrica e internet para cada inquilino do imóvel e para as áreas comuns, além de criação das estruturas básicas como banheiros e vestiários exclusivos para cada condômino.

Atualmente a Retha possui 960 mil metros quadrados administrados em imóveis retrofitados, que demoram de 3 a 9 meses para serem ocupados, depois do empreendimento lançado.

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